Maquia e fala:Fim de semana, Projeto BoaForma e blá blá blá!

Oi Gente! Tudo bem!?
Hoje o post vai ser mais uma explicação mesmo sobre o último vídeo do Canal. Resolvi gravar esse "Maquia e fala" que tá rolando há algum tempo na rede para falar de algumas coisas das quais já queria falar mesmo, como o UPDATE do Projeto BoaForma, o meu maravilhoso Final de semana, e...só bater um papo mesmo.
Sobre o Projeto, por enquanto está indo bem, andei visitando alguns sites que falam sobre a reeducação alimentar etc, e inclusive deixei o link de um bem legal na descrição do vídeo, e também deixei o link do Canal do Rapha Capel, que dá várias dicas de treino Hiit, para quem quer emagrecer sem ir a academia. Vale muito a pena dar uma passadinha lá.
Outro assunto foi o meu fim de semana...não poderia ter sido melhor! Encontro com as amigas blogueiras Paloma Fernandes e Juliana palma, respectivamente www.mamaedemenininhos.com.br e www.demeninaamae.com.br.
Foi sensacional, aniversário dos 2 filhotes (lindos!) da Pah, a festinha foi incrível e ainda desfrutei da companhia das duas...amei, foi fantástico!
Bem, espero que curtam o vídeo, e logo postarei aqui o vídeo de perguntinhas também!
Um grande beijo...

PRÉ ECLÂMPSIA, ECLAMPSIA E HELLP SÍNDROME


Olá pessoal. Hoje eu vim aqui fazer uma espécie de relato, mas também disponibilizar algumas informações sobre esse assunto tão sério. Acredito que dessa forma, posso ajudar alguém que pode estar passando por uma situação semelhante.

Minha gravidez foi muito difícil, sobretudo quando completei 30 semanas. Descobri que sofria de pré-eclâmpsia e por isso convulsionei 4 vezes seguidas por conta da pressão arterial que subiu repentinamente. Fiquei no Hospital por 2 semanas tentando normalizar a pressão, o que não ocorreu, e por isso uma cesárea de emergência foi pedida, o que é protocolo médico, já que eu desenvolvi,  por conta das complicações da eclampsia, a Hellp Síndrome, uma doença rara, que ocorre normalmente com o agravamento no quadro de mulheres que sofreram de hipertensão gerada pela gravidez. Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclâmpsia desenvolvam a síndrome. Esse número indica, em porcentagem geral, que o problema atinge de 0.2% a 0.6% das gestações.

Eu literalmente descobri do dia para a noite que sofria de pré-eclâmpsia, no vídeo no final do post eu conto mais detalhadamente. Ocorre que meu pré Natal foi muito mal assistido, muito mal feito mesmo. Nos primeiros exames de gravidez, quando bem feitos e bem analisados, o médico já tem como saber, ao menos suspeitar de uma suscetibilidade à pré-eclâmpsia. Nenhum dos “médicos” pelos quais eu passei foi capaz de detectar essa situação. 

Minha gravidez permaneceu sendo “normal” até a manhã de uma Sexta-Feira na qual já amanheci convulsionando com minha pressão à 25X17, quando os “médicos” detectaram a eclampsia, no entanto já era tarde demais, e as complicações já estavam a caminho, pois eu não havia tido nenhum cuidado específico, ou noção do que poderia estar acontecendo.

A Hellp Síndrome, é a abreviação de termos em inglês que querem dizer: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL, elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count), que são as principais características da síndrome; se o quadro é grave, resulta em edema agudo dos pulmões, insuficiência renal, falência cardíaca, hemorragias e ruptura do fígado, podendo levar a morte materna. Quando a doença é diagnosticada, através de exames laboratoriais e clínicos, o tratamento indicado é interromper a gestação, independente da fase gestacional, para que o quadro geral da mãe seja corrigido. Muitas vezes, dependendo da idade gestacional do feto, ele não sobrevive. Graças a Deus (mesmo), o Aquiles foi um guerreiro, meu guerreiro, e mesmo com 1k e 40 cm e apenas 30 semanas de gestação ele está aí firme e forte.

Para mamães que assim como eu já passaram por isso ou aquelas que precisam se prevenir, já com um quadro de pré-eclâmpsia, deixarei abaixo um trecho de uma matéria da Bebê Abril  na qual algumas novas informações sobre essa doença são comentadas:
“ (...) Quem tem pressão alta não tem maior ou menor chance de ter pré-eclâmpsia
A causa da pré-eclâmpsia ainda é desconhecida. Ela é uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas e um deles é a má adaptação placentária. É quando a placenta não adere direito ao útero, fazendo com que o organismo feminino reaja como se ela fosse um corpo estranho. Nessa reação, os vasos sanguíneos se contraem, elevando a pressão sanguínea. Portanto, a pressão da mulher antes da gravidez não influencia no aparecimento da pré-eclâmpsia.

Estresse na gravidez não provoca pré-eclâmpsia
A personagem vivida por Carolina Dieckmann sofria pressões e chantagens de todos os lados e, por isso, muitas mulheres associaram a pré-eclâmpsia ao estresse. Os dois problemas não estão ligados e a pré-eclâmpsia se dá por fatores genéticos e seu aparecimento sempre dependerá da combinação entre os genes do casal.

A Síndrome de HELLP é uma doença rara
Raramente uma grávida chega a ter a Síndrome de HELLP porque isso é uma complicação da pré-eclâmpsia. A síndrome de HELLP só acontece quando a pré-eclâmpsia não é tratada, ou seja, quando não há um médico acompanhando adequadamente para receitar anti-hipertensivos ou apontar a necessidade de um parto prematuro. Se a pré-eclâmpsia é controlada, a síndrome de HELLP não tem chance de acontecer e o risco de a mulher morrer como a personagem da novela é pequeno.

Após o parto a pressão se normaliza
Na novela, Diana morre graças a uma grave hemorragia. Embora a Síndrome de HELLP possa levar à morte, não é comum chegar nesse ponto. Depois do parto, com a retirada da placenta, a pressão se normaliza, portanto o risco da parturiente morrer depois disso é pequena.

O pré-natal é a melhor maneira de manter a mamãe e o bebê longe de qualquer problema
Quando a gestante recebe acompanhamento médico por meio do pré-natal e realiza os exames de rotina garante que qualquer alteração, por menor que seja, chame a atenção. Assim, se surgir qualquer problema, o médico logo toma as providências necessárias para resolvê-lo. Portanto, futura mamãe, a melhor dica ainda é a prevenção.”
Espero que o post tenha ajudado vocês! Um beijão e até o próximo!

Fonte: <Guiadobebe.uol.com.br> < www.bebe.abril.com.br>


Será que eu tô grávida? Principais sintomas de que vem um baby por aí....

Seria fácil se fosse como nos filmes ou novelas: a moça se levanta, sente uma leve tontura...desmaia por alguns segundos. Quando acorda é saudada pela notícia: Parabéns! Você está esperando um bebê!
Mas.....na vida real não é tão fácil assim perceber quais sintomas exatamente indicam uma possível, quase certa gravidez. 
Conheço moças, inclusive amigas íntimas, que descobriram a gravides depois dos 5 meses de gestação....
Bem, esse post, não tem a intenção de se promover como verdade absoluta, mesmo porque isso não existe, mas tem o intuito de elencar as maiores incidências quanto aos sintomas de gravidez. Esse post na verdade buscou os principais sintomas que podem indicar uma gravidez, mas não dispensa a visita ao especialista e um exame detalhado; a soma desses sintomas é que pode significar uma POSSÍVEL gravidez, e não a ocorrência isolada de um ou outro.
Bem, vamos então aos sintomas mais comuns:

1. SONO, CANSAÇO E PERDA DE FÔLEGO

Eu tive os 3. Na verdade eu perdia o fôlego só de papear com alguém. Quase dormia durante qualquer conversa...e queria descansar a toda hora. (Mais do que hoje!)

2. FOME FORA DE HORA

Eu sou por natureza uma Magali da vida, mas uma repentina vontade(digo muuuuuuita vontade) de comer algo, alguma comida, e vontade de comer a todo instante, também pode significar uma possível gravidez.

3. CÓLICAS

Muitas moças confundem essas cólicas com as menstruais por serem muito parecidas. Mas não são, principalmente se forem contínuas.

4. XIXI A TODA HORA

A sensação é de que se você não sair correndo no mesmo instante para o banheiro vai fazer nas calças. E vai por mim: fará mesmo! ha ha ha ....aconteceu comigo....

5. SEIOS DIFERENTES

As auréolas ficam mais escuras e com as veias mais aparentes. Além disso, como é sabido os seios incham ( no início ficam mais firmes) e ficam doloridos.

6.  SENTIDOS MODIFICADOS

Na verdade você sentirá cheiros e gostos que nunca tinha percebido antes. Por isso talvez enjoará com maior facilidade...sentira repulsa por alguns alimentos e uma atração incomparável por outros.

7. CADÊ A MENSTRUAÇÃO QUE ESTAVA AQUI?

Bem, muitas dizem que menstruaram mesmo já estando grávidas....mas o fato é que não é uma menstruação: Uma gravidez no início pode ser facilmente confundida com um período comum menstrual, já que apresenta os mesmos sintomas, como cólicas e sangramento, chamado de Sangramento de escape ou Spotting. Isso pode confundir, mas um atraso de mais de um mês se não significar uma gravidez, pode ser algo mais sério.

Bem, esses são os principais sintomas, os mais comumente observados numa gravidez, mas claro que um teste mais efetivo deverá sempre ser executado para que não haja nenhum tipo de dúvida.
Testes de farmácia não costumam errar, mas é sempre mais seguro fazer um exame de sangue.

Bem, espero que esse post tenha ajudado! Obrigada por participar, u, beijo e até o próximo post.


Fonte<www.mdsaude.com>
Imagem<www.google.com.br>


Reggio Emília: Uma escola, um método, um sonho.

A criança é feita de cem. /A criança tem cem mãos/ cem pensamentos/ cem modos de pensar/ de jogar e de falar./ Cem sempre cem/ modos de escutar/as maravilhas de amar.
Cem alegrias/ para cantar e compreender./Cem mundos/ para descobrir./ Cem mundos/
para inventar./ Cem mundos/ para sonhar./ A criança tem/ cem linguagens/ (e depois cem cem cem)/ mas roubaram-lhe noventa e nove./ A escola e a cultura/ lhe separam a cabeça do corpo. 
(Trecho de As Cem Linguagens da Criança, de Loris Malaguzzi).

O método Reggio Emília, hoje uma rede de escolas públicas numa cidade ao Norte da Itália encanta desde 1963,  teve sua prática educadora  reconhecida como a melhor do mundo em 1991. Hoje vim apresentá-la para vocês, apaixonados pela Educação como eu, e interessados  na Educação de seus filhos.
Logo que ingressei na faculdade, fui inserida num mundo de descobertas através de palestras e aulas que falavam de métodos de ensino. Conheci o método REGGIO EMILIA numa palestra na faculdade e desde então fiquei apaixonada pelo modo como essas pessoas vêm a Educação. O poema acima (As Cem Linguagens da Criança) fala exatamente como esses pensadores, educadores, pais e alunos agem. Mas antes de chegar “no ponto” específico, façamos um passeio pela história do nascimento desse método.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, e a cidade em ruínas, um grupo de cidadãos sentiu a necessidade de reconstruir o tecido social, cultural e político da comunidade e materializou a vontade por meio de uma escola para crianças pequenas – a escola construída a partir de um esforço comunitário, do qual o pedagogo e educador Loris Malaguzzi, fez parte, contou com verba obtida da venda de um tanque de guerra abandonado, alguns caminhões e cavalos deixados pelos alemães em retirada.
Influenciado pelas teorias psicopedagógicas da época, como Jean Piaget, Lev Vygotsky e John Dewey; e também de pedagogos italianos, como Maria Montessori, irmãs Agazzi, Bruno Ciari, o jovem Malaguzzi estava certo de que o processo pedagógico deveria ter como centro o desenvolvimento intelectual, emocional, social e moral das crianças.
O modelo pedagógico deu tão certo que acabou sendo municipalizado e hoje engloba 40% das escolas da cidade. A rede Reggio Children é composta de 13 creches e 21 pré-escolas.

O MÉTODO
Em Reggio Emília, uma pequena cidade Italiana, as escolas  funcionam como um “laboratórios do fazer”, que combinam as tradicionais linguagens gráficas, pictóricas e de manipulação (modelos e maquetes), mas também as do corpo, ligadas ao movimento, as da comunicação verbal e não-verbal, as linguagens icônicas, o pensamento lógico, científico, natural, discussões éticas, e manejo de ferramentas multimídia, sempre objetivando que a criança aprende “com todo corpo”, de forma fluída e permanentemente integrada.
Esse método prioriza não apenas as linguagens codificadas e reconhecidas, mas as experiências reais obtidas por meio da pesquisa e de descobertas sensoriais dos próprios estudantes.
O método de ensino inclui  linguagens artísticas e expressivas na prática cotidiana ; a equipe pedagógica parte do pressuposto de que a mente do ser humano e, portanto da criança, é multidisciplinar e observá-la em sua forma de aprender é uma forma de incentivar a apropriação de conhecimento. Como no princípio, a escola é de todos: Os professores atuam em parceria com o atelierista (profissional que apóia a consolidação de pontes entre as diversas descobertas da criança) alunos e familiares : peças importantes para a consolidação do “experimentar”, do “descobrir” o mundo e os outros, a partir do manejo das diferentes linguagens às quais é apresentada.
A prática de inserir as crianças cotidianamente em situações de pesquisa e debate, favorece o questionamento sobre si próprias e sobre os outros, o que as torna mais participativas e, futuramente, cidadãos mais críticos e cientes da importância de seu papel em uma sociedade mais justa e igualitária. Os alunos são convidados a compor seu ponto de vista em conjunto com os demais, fortalecendo o processo de construção não apenas de suas identidades individuais, mas do coletivo com suas múltiplas particularidades.
Em todo o processo de ensino e aprendizagem, as crianças têm suas habilidades reconhecidas e seu desenvolvimento conduzido a partir de suas próprias relações com os demais e com o mundo. Para tanto, as equipes gestoras garantem que as escolas sejam capazes de prover relações significativas e importantes para o desenvolvimento integral dos alunos(...)
Muito mais eu teria pra falar desse método encantador de ensinar e aprender; no entanto deixarei aqui um vídeo, que fez parte dessa palestra que um dia eu ví na Faculdade e é mais do que esclarecedor. Também deixo aqui  o desejo de saber de vocês, educadoras, mães, alunas,  a opinião sobre esse assunto tão sério. Apesar de tão fascinante e revelador, será que esse método poderia (nos dias atuais) ser incorporado ao nosso sistema educacional? Será que nossos alunos, pais, professores, equipe gestora, e mais: o nosso país estaria preparado para tal método? Será que esse método teria espaço, vivência e contexto para ser inserido na nossa realidade ainda que gradativamente? São questões sérias que nos fazem pensar seriamente no futuro que queremos para nossos filhos. Comente!

Espero que tenham gostado do post! Espero o comentário de vocês. Um beijão e até o próximo!
Pesquisado em <revistaescola.abril.com.br> <educacaointegral.org.br><portal.aprendiz.uol.com.br>