Lá vem a Estomatite!

Na primeira semana, disseram(os médicos que se dizem especialistas) que era uma inflamação simples na garganta. Receitaram Amoxicilina, 5ml, uma semana e nada. Continuou com febre, vomitando. Na segunda semana já era uma infecção nas amígdalas, e mais Amoxicilina, mas dessa vez com Clavulanato de Potássio: 5 ml de novo, 7 dias. Ocorre que apesar de e febre ter cessado nos primeiros dias, A febre voltou, os episódios de vômitos também.. Era ESTOMATITE. 
Segundo o Baby Center, nessa idade, (1 a 3 anos) estomatite é muito comum, porque pode ser inclusive um dos primeiros contatos com Herpes simples tipo 1 (HSV-1),  um vírus que todos nós pegamos na primeira infância, e carregamos para toda a vida. Sabendo disso, começamos a medicá-lo corretamente. A estomatite poderia ter sido causada inclusive pela quantidade de antibióticos que ele ingeriu.

Adeus, doce Léo.

Hoje eu disse adeus a um menino. Um menino doce, alegre, cheio de vida e sapeca! Mas que menino não é? Amava cavalos, moto, tinha muitos amigos, amava viver. Foi pego por uma doença grave e não aguentou. A Meningite matou nosso Léo. Levou-o da maneira mais cruel possível, tirou-o do nosso convívio em pouco menos de uma semana, por isso é tão doloroso, tão sofrido, pois o sorriso fácil e espontâneo dele ainda está aqui. Era só um menino... com tanto pra viver, pra sonhar, tanto a aprender! Há pouquíssimo tempo falávamos sobre o futuro, ele pensava em prestar um concurso, eu o apoiei, estava decidido a estudar duro.

Desde que o Léo foi meu aluno, no 1º ano do Ensino Médio, mantínhamos contato, eu tentava dar-lhe bons conselhos, e ele como bom garoto tentava segui-los. Agora no 3º ano, de uma hora para outra eu não vejo mais aquele menino sorridente caminhando pela escola, e dói. Dói agudo e forte. Era só um menino. Não consigo parar de ver meu filho alí. Poderia ser eu a mãe que agoniza essa dor tão profunda. Ali, deitadinho, quietinho no caixão, poderia ser meu filho. Eu creio em Deus. Sei que a sabedoria e a misericórdia Dele são infinitas, por isso aceito seus desígnios porque simplesmente não tenho conhecimento para entendê-los, só aceito. Mas parte de mim sofre profunda e amargamente com a morte, com a sensação que ela deixa, e mesmo que eu acredite que a morte é só uma passagem, e que o Léo ainda sorri lá do outro lado, isso não diminui em nada o vil rastro que ela deixa, e sua solidão imensa. Escrevi esse poema, na verdade o derramei junto minhas lágrimas  hoje de manhã, logo que soube de sua morte cerebral. Passei o dia de olhos marejados, lembrando do Léo, doce Léo, o menino Léo. 

Tudo continua, tudo permanece em movimento o tempo todo.
Menos a morte. Essa, paralisa, rouba.
O que era, não é mais, para, estagna.
Triste e natural ver que apesar dela, o mundo não para.
Uns choram, ouros entristecem, mas no próximo movimento da Terra, a vida se renova.
A morte é esquecida, a presença superada, ciclicamente a vida segue.
O que passou, passou, cessou.
A menina volta pra escola;
A mãe retoma o dia a dia;
O pai, trabalha. A vida segue. A vida sempre segue. A morte é solitária.
Acabou.  E depois do acabou, vai passar; vão esquecer; tudo vai mudar.
Porque os carros não param? Uma morte aconteceu!
Porque as pessoas não param? Uma morte aconteceu!
Parem as fábricas, parem as ruas, parem o mundo! Um menino morreu!
Mas a morte é solitária. Pra quem fica, pra quem vai.

É só vazio, é só escuridão. É só o nada.

Desenho animado sim!

Desenho animado aqui em casa nunca foi um terror. Amamos desenhos, eu , principalmente. Venho de uma criação em que meus pais também gostavam e assistiam conosco (eu e meus irmãos) então isso é muito natural por aqui. Mas além dos clássicos da Disney e Pixar aos quais já estamos acostumados, como Carros, Toy Story e tantos outros, hoje venho falar de desenhos em série, desses que passam na tv a cabo/Internet (porque infelizmente a nossa TV aberta não contribui muito com o assunto).
Para cada faixa etária sempre tem um desenho bacana passando (será que eu me encaixo em alguma dessas faixas???), e para nosso orgulho, muitos são brasileiros. Desde que saibamos selecionar o "tipo" de desenho que nosso filho vai assistir, vale a pena deixá-los à vontade para escolher o que assistir depois de uma seleção prévia. Na verdade essa regra funciona 50% aqui em casa, já que muitos desenhos, o Aquiles assiste porque eu assisto, passou a acompanhar e gostar porque eu já assitia, como é o caso de Hora de Aventura, do Cartoon Network. Eu já assistia no meu PC, pela internet, e depois da TV a cabo ele passou a assistir comigo. De fato, não é um desenho tão adequado para a idade dele (3), mas ele adora! Muitas coisas ele não entende, e eu não fico dando muita explicação, porque na verdade iria confundí-lo ainda mais, e além disso muitas vezes o que vale para as crianças são as características de personalidade dos personagens, com os quais podem identificar-se ou não; O mesmo acontece com Irmão do Jorel, que é um desenho brasileiro, e um pouco mais "avançadinho' pra ele, mas eu adoro. 

E haja calor!

OI gente! 
Tem feito um calor danado aqui onde eu moro...diariamente temos sentido o poder do Sol! Numas dessas tardes calorentas resolvi gravar um Vlog pra vocês acompanharem nossa rotina nesse finzinho de férias! Então, vamos lá?


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Beijão!